Veja as experiências de nossos parceiros e de outras organizações
O WWF, através de pequenos sistemas de energia solar em unidades de conservação, apresenta o projetos Resex Solar. Clique aqui..
O Projeto Saúde e Alegria desenvolve há três décadas importantes serviços comunitários, aliando o uso de energia limpa local com a manutenção e melhoria da saúde de ribeirinhos e indígenas. Clique aqui
A Frente por uma Nova Politica Energética, além de manter-se permanente no debate nacional de energia, promove o projeto Nossa Casa Solar, que mostra os benefícios da geração distribuída também para comunidades carentes dos grandes centros urbanos. Clique aqui.
O Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas e da Autossustentabilidade desenvolve pequenos modelos de negócios para comunidades de Norte a Sul, a partir de energia solar fotovoltaica. Clique aqui.
O Instituto Socioambiental mostra em série de vídeos como a energia limpa solar e eólica pode melhorar a vida de populações indígenas no Norte do Brasil, mantendo sua cultura. Clique aqui.
O Instituto Peaberu, em parceria com o IDEAAS e o GDAE, levaram energia solar fotovoltaica a comunidades das ilhas de Belém, no projeto chamado Luz para uma vida melhor. Clique aqui.
O Greenpeace realizou por muitos anos o estudo (RE)volução energética, mostrando caminhos para o Brasil ter uma matriz energética livre de combustíveis fósseis. Como projetos demonstrativos, promoveu instalação de sistemas solares para escolas e para sistemas de refrigeração, estes últimos no estado do Amapá. Clique aqui.
No Pantanal, a Ecoa – Ecologia e Ação, promoveu a instalação de pequenos sistemas solares
em comunidades ribeirinhas distantes do município de Corumbá/MS, mostrando que a
tecnologia, por ser modular, é adaptável a qualquer bioma no Brasil. Clique aqui.
Há alguns anos universidades federais do país desenvolvem projetos de barcos solares e os apresentam numa competição anual chamada Desafio Solar Brasil. Com essas pesquisas é possível o desenvolvimento de barcos movidos a energia solar, o que poderia contribuir fortemente para a redução de uso de combustíveis fósseis nos rios brasileiros, em especial na Amazônia. Clique aqui.
Atua com mobilização social, participação cidadã, incidência em políticas públicas e fortalecimento de comunidades afetadas pela crise climática. No Brasil, participou da articulação do Encontro Energia & Comunidades, reunindo organizações indígenas, quilombolas, extrativistas e ribeirinhas para discutir acesso à energia de baixo impacto.
Participou de debates e processos regulatórios relacionados à geração distribuída, incluindo a revisão da REN 482, a construção da Lei nº 14.300/2022, a criação de certificações para instaladores fotovoltaicos e iniciativas relacionadas a armazenamento, geração compartilhada e cooperativas de energia.
Participa de espaços de representação e articulação do movimento quilombola no Pará, incluindo processos de defesa de direitos e políticas públicas voltadas às comunidades quilombolas. A ARQUIA consta entre as entidades quilombolas habilitadas para participação no Conselho Estadual de Políticas para Comunidades Quilombolas do Pará.
Entre as iniciativas apoiadas por organizações socioambientais está a construção da sede da Arquituba, denominada Casa da Resistência Quilombola do Piratuba. A organização também desenvolve iniciativas relacionadas à autonomia alimentar e ao fortalecimento comunitário.
Atua em articulações nacionais e amazônicas envolvendo povos e comunidades tradicionais, incluindo debates sobre políticas públicas, proteção territorial, mudanças climáticas e acesso a serviços e infraestrutura. Integra articulações com organizações indígenas e quilombolas em iniciativas relacionadas à energia e à proteção dos territórios.
Representa mais de 500 comunidades quilombolas no estado. Desenvolve projetos de fortalecimento institucional e proteção territorial e, em 2026, articulou o projeto “Seirdh nos Quilombos”, com atendimento jurídico e orientação sobre direitos, regularização fundiária e documentação territorial. Também criou um banco de dados para sistematizar informações sobre comunidades, territórios, conflitos e demandas quilombolas.